Proteção da camada de ozônio


Você pode estar de férias na praia, passeando pela cidade ou até mesmo trabalhando, mas para todas essas atividades é importante se proteger contra as radiações solares e luzes visíveis. Não tem problema pegar sol, inclusive, ele é um forte aliado para a vitamina D no corpo, contudo, quando exagerado e desprotegido, pode resultar em queimaduras, manchas, envelhecimento da pele, dano ocular, alergias, alterações no sistema imunológico e doenças graves. Para quem trabalha horas na frente do computador, embora seja menos prejudicial do que a luz solar, a luz visível é também capaz de causar pigmentação, melasmas e acelerar o envelhecimento da pele. Para evitar esses danos, use muito protetor solar. Se o seu destino for somente o escritório de trabalho, um protetor para o rosto com fator menor já é suficiente, já as praias pedem o investimento em uma proteção de maior fator para corpo e rosto, chapéus, óculos escuro e guarda-sol também fazem diferença, e não esqueça, os horários recomendados pelos especialistas de praia e exposição ao sol são antes das 11 horas ou depois das 17 horas durante o Horário de Verão.

Entenda a importância da camada de ozônio para os seres vivos:

Uma forma simples de entender o que é a camada de ozônio é comparar quando você vai à praia e se protege dos raios ultravioleta com o protetor solar. Da mesma forma, a camada de ozônio é o que protege a Terra dos raios UVA, UVB e UVC. Essa camada é essencial, pois sem ela, as plantas teriam sua capacidade de fotossíntese reduzida e os humanos sofreriam com o aumento de casos de câncer de pele, catarata e alergias. A radiação ultravioleta (UV) é a principal responsável pelos problemas de pele, subdivida em A, B e C, a radiação UVC é a mais agressiva, mas quase não chega à superfície da Terra pois é retida pela camada de ozônio na estratosfera. Ao longo dos anos, a poluição e outras ações do homem fizeram com que a película da camada de ozônio apresentasse danificações, chegando a se esburacar pela região da Antártica. Quanto mais danos a camada de ozônio sofrer, mais os raios conseguem atravessar o filtro de proteção e chegar na atmosfera, provocando prejuízos à saúde. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) informa que cada 1% de destruição da camada gera 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil novos casos de cegueira, causados pela catarata. Mas nem tudo são notícias ruins, em 2016, o buraco na Antártica já tinha diminuído quatro milhões de quilômetros quadrados desde o seu auge, em 2000. Além disso, cerca de 300 cientistas das Nações Unidas e da Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirmam que a camada de ozônio pode ser completamente recuperada até o meio do século 21. Você pode realizar algumas ações para ajudar na preservação e restauração da camada ozônio. Veja:

– evite o uso de aerossóis ou sprays de qualquer forma;
– verifique as embalagens e evite comprar isolantes e outros produtos feitos de CFC (Gás Clorofluorcaboneto);
– quando possível, evite andar de carro. Bicicleta é sempre uma boa opção;
– evite o uso de extintores de incêndio com hidrocarboneto halogenados, pois é uma substância muito agressiva;
– mantenha o ar condicionado da sua cassa ou carro sempre limpos e funcionando adequadamente. Isso evita que o aparelho emita CFC para a atmosfera;
– invista em uma geladeira e um ar condicionado mais moderno, eles não usam CFC;
– economize energia.

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