Separe o seu lixo!


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Como uma empresa que preza o meio ambiente e carrega a sustentabilidade como um valor, além de fornecer produtos que auxiliam na economia, também estamos sempre em busca de dicas de preservação e consumo consciente. Com o crescimento da causa nas mídias e no dia a dia das pessoas, é comum ver campanhas e incentivos da coleta seletiva, mas o resultado ainda não é suficiente. Muitas famílias ainda não separam corretamente o lixo como deveriam, é importante saber que a preservação começa em casa e as vantagens de separar o lixo doméstico estão cada vez mais evidentes. Mais do que aliviar os lixões e aterros sanitários, a reciclagem economiza recursos naturais e gera renda para quem trabalha recolhendo o lixo. Separar os resíduos não é difícil, o primeiro passo é ficar atento a cada tipo de material que será descartado. Uma maneira de fácil entendimento é dividir os resíduos em orgânicos, recicláveis e não recicláveis não perigosos e perigosos. Entenda o que é cada um:

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– Orgânicos: lixo orgânico é todo o resto de alimento, como cascas de legumes, frutas, raízes, vegetais e folhas, entre outros tipos de resíduos de origem biológica. Esse lixo pode ser reciclado em casa por meio da compostagem (se você nunca ouviu falar nesse método de decomposição, fique atento ao blog que falaremos sobre ele nas próximas semanas) ou em sacolas biodegradáveis e encaminhados para aterros. Se você optar pelo descarte em sacolas, nunca se esqueça de utilizar as que são feitas de plástico biodegradável, como o plástico verde, o plástico PLA e o plástico de amido.

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– Recicláveis: é composto principalmente por papel, papelão, vidro, alguns tipos de plástico e alumínio. Quando sujos, os recicláveis devem ser higienizados, para evitar que se transformem em local de reprodução de doenças e forte odor, embalados em materiais também recicláveis e destinados à reciclagem. O correto é fazer a separação por igual, exemplo vidro com vidro e plástico com plástico. Mas se você não tiver tempo e espaço para isso, pode reciclar junto, desde que o destino de coleta aceite receber cada material.

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– Não recicláveis não perigosos: adesivos, etiquetas, fita crepe, papel carbono, fotografias, papel toalha, papel higiênico, papéis engordurados, papéis metalizados, parafinados ou plastificados, grampos, esponjas de aço e isopores são exemplos de produtos que não podem ser reciclados, mas que não estão no grupo dos perigosos. Esses podem ser embalados em sacolas biodegradáveis e enviados para aterros sanitários.

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– Não recicláveis perigosos: inclui restos de tinta, lixo hospitalar, produtos químicos, lâmpadas fluorescentes, pilhas, baterias, entre outros. Por ser inflamável, corrosivo e/ou reativo quimicamente, precisa de tratamento e disposições especiais. Mesmo que a prefeitura faça a coleta, o lixo perigoso não pode ser simplesmente colocado em sacos de lixo e destinado para o lixo comum, já que uma vez descartados em aterros, podem ter contato com a água da torneira ou o solo, causando danos irreversíveis para a saúde ambiental e humana. Nesse caso, a separação e descarte correto varia para cada tipo de material.

Além de separar o lixo, não esqueça que cuidar com a quantidade produzida dele no dia a dia também é importante. Você já ouviu falar sobre o método de economia circular, que gera um ciclo de utilização para o objeto? Leia mais sobre ele aqui: http://censi.com.br/blog/?p=1227.

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