Como escolher o rodapé ideal


Foto: iStock

A escolha dos rodapés nunca foi destaque na hora de construir ou reformar uma casa. Na maioria das vezes, não se sabe nem qual é a função deles na parede. Com o objetivo de proteger o pé da parede contra colisões e sujeiras, e fazer o acabamento da ligação entre a parede e o chão, esse adereço também começou a ganhar atenção nos últimos anos como parte da decoração. Com maior destaque dentro das casas, surgem inúmeros modelos no mercado e também as dúvidas: qual é o ideal para cada cômodo da casa? Rodapé alto ou baixo? Em MDF, madeira ou porcelanato? Embutido ou sobreposto? Cores claras ou escuras? Antes de escolher qualquer modelo, é importante saber que existem restrições, por exemplo, para o banheiro. Por conta da umidade e o risco de mofar, não servem rodapés em MDF. Para facilitar a sua reforma ou construção, preparamos um guia para não ter erro na hora de escolher o rodapé. Acompanhe:

– Material: você vai encontrar no mercado inúmeros materiais para o rodapé, entre os principais estão de cerâmica, porcelanato, pedra, madeira, MDF, poliestireno (isopor reciclável) e metal. Para definir a melhor opção, é preciso avaliar em qual cômodo ele será aplicado e qual estilo de decoração você quer na sua casa. Nos banheiros, cozinhas e ambientes externos, como são lugares que entram em contato com a água e a umidade constantemente, dê preferência à cerâmica, ao porcelanato próprio para áreas externas, à pedra e ao poliestireno, que são mais resistentes. Quanto aos quartos e salas, além das opções anteriores, pode ser instalado o produto de madeira, MDF e perfil de alumínio.
– Tamanho: o tamanho padrão do rodapé é de sete centímetros de altura, mas com as novidades e a modernização do produto, já se encontra no mercado de 10, 15, 20 e 25 centímetros. Para escolher o tamanho ideal, é interessante analisar a altura do pé direito do imóvel e o tamanho dos cômodos, quanto mais alto o pé e maior o cômodo, maior pode ser o rodapé.
– Instalação: o rodapé sobreposto é o mais clássico de todos, instalado após o piso e revestimento. Já o embutido é aquele modelo que fica rente a parede, dando sequência natural ao revestimento, que deve ser instalado junto com o revestimento. O invertido ou flutuante é o modelo que fica para dentro da parede, dando impressão que está, como o nome diz, flutuando.
– Combinações: se você tem dúvidas de como combinar, opte sempre pelas cores claras, são mais fáceis de não errar. Outra dica que funciona é usar o mesmo tom da parede, caso for um papel de parede com diversas cores e desenhos, escolha a cor predominante.

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